O concreto é um dos materiais mais utilizados na construção civil. É a base para muitos sistemas construtivos e, por isso, fabricado por tantas empresas no Brasil e no mundo. Sim, esse é um tipo de produto que pode ser produzido no local da obra ou em uma usina. Evidente que, comprar concreto “pronto” tem se tornado uma prática comum e bastante vantajosa!
Duvidas? Entre em contato com a Axial!
Clique aqui e entre em contato.
Antes de contratar o serviço de uma concreteira, os projetistas, construtores e mestres-de-obras deveriam se informar sobre todas as etapas envolvendo a produção e a entrega do concreto usinado. Infelizmente, o normal é as partes acertarem apenas a questão financeira. Porém, a melhor opção de compra envolve não somente custos, mas também a qualidade do material e do serviço prestado. Do contrário, a conformidade do concreto – um requisito básico para sua resistência – pode ficar comprometida.

As vantagens do concreto usinado
Tendo a certeza da procedência de todas as matérias primas utilizadas pela concreteira, o cliente sabe que está adquirindo um produto de qualidade. O concreto dosado em usina apresenta características superiores ao concreto convencional, principalmente quanto à questão da homogeneidade e da resistência. E há muitas outras vantagens. Por exemplo, o produto chegando “pronto” ao canteiro de obras permite uma redução nos custos com materiais, mão-de-obra, sistemas operacionais, tempo e muito mais.
Contratando a empresa
Já é possível comprar concreto “pronto” tanto em grandes centros urbanos quanto em pequenas cidades no interior do Brasil. Antes de contratar uma concreteira, é importante o cliente coletar o maior número de informações sobre a empresa e sobre o cimento que ela utiliza. Se for possível, é interessante também verificar seus equipamentos – qualidade e quantidade – para garantir que não faltarão nem caminhões e nem bombas no momento de uma grande concretagem.

Realizando o pedido
Lembre-se: quando comprar concreto usinado, pense na segurança, na durabilidade e na economia!
Na hora de encomendar o concreto, devem-se responder diversas questões importantes. Só assim pode-se determinar que material é adequado para a execução do projeto. Primeiro, responde-se qual deve ser a sua trabalhabilidade, plasticidade, o “abatimento” do concreto – também chamado de “slump”. Quanto mais complexa for a fôrma maior deve ser a capacidade do material se moldar a ela.
Outro fator importante é a resistência característica à compressão, representada pela sigla “fck”. Normalmente, a medida mais adequada para concreto é entre 150 e 180 fck. Porém, o projetista pode estabelecer outro valor, ficando para a usina o trabalho de definir o traço adequado para se atingir essa resistência. Da relação cimento, água e agregado, somente o diâmetro máximo da brita – considerando o espaçamento entre armaduras – pode ser pré-estabelecido.
Calculando a quantidade de concreto

O concreto é vendido na forma líquida e em quantidade medida por metros cúbicos. Se tratando de uma laje, geralmente a espessura é de quinze centímetros. Mas a encomenda mínima, estabelecida pela maioria das empresas, é de dois metros cúbicos, o que seria suficiente para preencher uma laje de quase trinta metros quadrados e sete centímetros de espessura. Só que isso não serve de regra, pois cada projeto apresenta metragens e características diferentes que influenciarão no cálculo.
É necessário saber, previamente, quanto de concreto que a usina deve produzir. Isso servirá para evitar que haja falta ou sobra de materiais. Em resumo, basta multiplicar o comprimento, pela altura e pela largura da peça a ser concretada. Porém, também é preciso dizer o quanto de carga que cada item irá suportar. E isso são coisas que só o arquiteto ou engenheiro civil responsável poderá responder.
Cuidados durante a fabricação
Todo concreto produzido em usina é testado em laboratório. Para assegurar sua resistência, fazem-se ensaios, com base em parâmetros específicos, em pequenas amostras do material fabricado – chamados de “corpos de prova”. É, justamente, com os resultados dessas análises, dos rompimentos dessas peças, que se verifica o cumprimento de todas as solicitações do cliente. Seus equipamentos também podem aferir os insumos utilizados, como agregados, cimento e mais – e se eles atendem as normas brasileiras e internacionais.
Depois de aprovado, o concreto deve seguir da usina para a obra, o mais rápido, já que é um material perecível. Esse tempo não pode ultrapassar meia hora. Depois disso, o produto perde a qualidade. Para preservar a umidade da mistura, são somados aditivos retardantes à ela. Mesmo assim, a distância percorrida pelo caminhão e o tempo de trajeto não podem ser longos. E na hora da concretagem, o material precisa ser utilizado por completo, tudo de uma única vez.
Cuidados no canteiro de obras

Após sair da usina, o concreto fabricado é entregue por um caminhão betoneira em frente do local da obra. Cada veículo pode apresentar capacidade de armazenamento de cinco a dez metros cúbicos. Para medir o volume de concreto recebido no canteiro de obras, usa-se uma caixa “masseira”, devidamente construída. Isso evita possíveis roubos de materiais por parte dos transportadores. Além disso, deve-se ter na obra, para o processo de concretagem, uma máquina de bombear e vários vibradores, para compactar o material dentro da área da fôrma.
Cuidados após a concretagem
A resistência do concreto só pode ser realmente verificada depois de vinte e oito dias. Então, é fácil imaginar o porquê de tantos testes realizados pelo laboratório da concreteira. Mesmo assim, isso, por si só, não garante a qualidade do resultado final do material que foi fabricado. Se seu transporte, lançamento, endurecimento, cura e retirada das fôrmas forem realizados de maneira incorreta, então toda a estrutura pode ficar comprometida.
O problema mais sério que se pode notar é o surgimento de fissuras ou rachaduras. O concreto usinado exige um controle bem maior de umidade. Então, o ideal é que a peça concretada seja molhada pelo menos até cinco dias após a concretagem, preferencialmente no início da manhã e no início da noite. Do contrário, o material seca muito mais rápido do que o ideal. E mesmo a adição de água precisa ser controlada rigorosamente por um profissional especializado, que estabelecerá as quantidades exatas do líquido.

Para mais orientações quanto a Projetos de Estruturas de Concreto, recomendamos uma consulta à norma NBR 6118!







A técnica utilizada para a laje de isopor inclui a uma estrutura feita com vigotas de concreto e ferragem, criando suporte para o encaixe do isopor. Após essa estrutura de sustentação ficar pronta, são encaixadas as placas de poliestireno (isopor) que formam a base da laje. Com toda a laje de isopor instalada, são posicionados escoras que darão sustentação a concretagem superior. Isso mesmo, o processo não acaba com o encaixe do isopor, depois das placas são usadas escoras em pontos determinados para dar sustentação e assim o espaço entre laje e telhado é preenchido com concreto. O concreto que faz esse preenchimento deve ser espalhado imediatamente após a aplicação e depois de tudo preenchido, basta esperar a secagem para a continuação da cobertura da casa.
Facilidade de instalar conduítes: ao ser comparada com qualquer outro tipo de laje, o modelo de isopor é o mais fácil para passar conduítes de energia, podendo ser cortados nos pontos necessários e tornando a tarefa mais fácil, já que as mangueiras que conduzem fios podem ser instaladas em qualquer ponto da laje.
Resistente: um dos medos gerais é se laje de isopor aguenta peso, e a resposta é favorável – sim, laje de isopor suporta peso! É claro que o profissional da área civil responsável pela obra vai calcular tudo certinho de acordo com o seu tipo de construção, mas no geral, o material de isopor é resistente, já que é base para o processo de concretagem e é capaz de suportar até mesmo o deslocamento de pessoas sobre a estrutura.
Dispensa estrutura de madeira: em geral, as lajes maciças pedem caixotes de madeira que darão suporte ao concreto até o momento da secagem total, já no caso da laje de isopor essa estrutura de madeira é dispensável, uma vez que o isopor funciona como suporte para o concreto. A única estrutura de sustentação que a obra pede são escoras em pontos distintos.
O acabamento da laje de isopor costuma ser um dúvida, uma vez que não é indicado fazer furos e ranhuras para agregar melhor o gesso ou argamassa. Diante desse fator, o mais indicado é fazer chapisco com argamassa e usar uma cola especial para melhor adesão e posteriormente a aplicação do gesso. Outra opção é escolher o forro de gesso rebaixado, deixando a estrutura mais moderna e bonita.
Antes de começar qualquer coisa, certifique-se de que a área que vai ser furada não possui nenhum elemento que pode ser comprometido.
Os pregos e parafusos que prenderão os suportes da prateleira junto à parede devem ser escolhidos levando em consideração o peso que suportarão e o tipo de parede em questão.
Para medir o nível do alinhamento horizontal das prateleiras, várias técnicas são possíveis.
Churrasqueiras são locais mágicos para quem gosta de reunir amigos e familiares.
Projeto de churrasqueira High Tech da Bella Telha com pérgola. Projeto dos arquitetos Erika Linardi e Luiz Marcon.
WhatsApp